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Escolas móveis atraíram interesse e novos desafios.

Dê play no vídeo "Estudo de Caso: O Desafio - SESI/SENAI-SP - parte 1" ( 27sec.)

Como reproduzir o universo de um laboratório nanotecnológico dentro de um espaço móvel e reduzido.

O grande desafio do Programa de Educação em Nanociência e Nanotecnologia do SENAI–SP é despertar a criança e o jovem para o estudo desta ciência de modo simples, dinâmico e amigável. Assim, espera formar novos profissionais, oferecendo um aprendizado em ambiente real com alta tecnologia através de equipamentos adotados pelos mais avançados laboratórios do mundo.

“Ela (a nanociência) é uma das matérias importantíssimas para a gente começar a romper esse ciclo vicioso, onde a escola só tem o papel de transmitir, quando o grande papel dela é mediar esse processo de aprendizagem, mostrando ao aluno que ele pode ir muito mais longe”, diz Walter.

Outro grande desafio do projeto Nanomundo é estimular o jovem em sua formação educacional. Em 2011, um relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontava que as áreas de formação preferidas dos estudantes brasileiros do ensino superior eram ciências sociais, negócios, direitos e serviços (37,1%), seguidas por humanidades, artes e educação (29,3%). Portanto, o estímulo à formação de jovens cientistas é fundamental para o desenvolvimento tecnológico do país. O mesmo desafio também existe em países desenvolvidos, como os Estados Unidos.

Neste vídeo: Dê play no vídeo "Estudo de Caso: O Desafio - SESI/SENAI-SP - parte 2" (1min. 16sec.)

“O nosso projeto é exatamente para isso, para acontecer o interesse pela ciência, pela nanotecnologia, porque hoje a gente vê que o Brasil está um pouco escasso nesse estímulo.”

Nathália Moreira instrutora do SENAI-SP

As frentes do programa e o desafio das Escolas Móveis.

O Programa de Educação em Nanociência e Nanotecnologia do SESI-SP e SENAI-SP partiu de duas frentes, sendo a primeira delas a construção de 12 laboratórios fixos que hoje atendem alunos de cursos técnicos, graduação e pós-graduação em 3 unidades do SENAI-SP. A segunda contemplou a construção das 5 escolas móveis que estão percorrendo as várias regiões de São Paulo, atendendo alunos das unidades do SENAI e do SESI do interior e capital.

As escolas móveis proporcionaram ao projeto um formato muito mais dinâmico, moderno e atraente aos olhos de estudantes e sociedade. Porém, trouxeram consigo a dificuldade de reproduzir o universo de um laboratório nanotecnológico dentro de um espaço móvel e reduzido, sem perder a qualidade, funcionalidade e confiabilidade dos equipamentos.