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Melhorar o sistema de gestão da rede elétrica e seu desempenho para suprir a demanda de novos consumidores

Dê play no vídeo "Estudo de Caso: O Desafio - CFPL ( 58sec.)

Hitachi Data System vence concorrência ao apresentar melhor solução para substituir storage da CPFL.

A CPFL é responsável pela distribuição de energia elétrica para 9,1 milhões de pessoas, espalhando-se por 12 das 27 Unidades da Federação (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte) e quatro das cinco regiões do Brasil (Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste). Por isso, a gestão dessa rede elétrica precisa estar sempre em evolução, acompanhando as novas tecnologias capazes de otimizar o monitoramento e as operações da empresa e suportando o constante crescimento do número de consumidores (1,3 milhão a mais após a compra da RGE-Sul em 2016). sem comprometer o desempenho.

Por isso, para garantir a segurança e a eficiência que mantém bairros, uma cidade e uma região em funcionamento pleno e com possibilidade de crescimento amparados nessa energia que recebem, a CPFL atenta para todos os detalhes das áreas que estão sob sua cobertura. O sistema que gerencia o mapa de toda a rede elétrica da CPFL, central para checar e garantir o funcionamento dos pontos de rede elétrica sob sua administração, é analisado minuciosamente pela empresa. Postes, subestações, transformadores, cabeamento, tudo têm sua qualidade frequentemente testada e os detalhes de cada um estão devidamente armazenados numa enorme banco de dados.

Para manter milhares de informações atualizadas e disponíveis a qualquer acesso, a empresa lança mão do que internamente chama de rotina de compressão.

Este é um processo de manutenção para organizar e compactar essa base de dados. Ou seja, uma forma de, a cada atualização, colocar ordem nas milhares de informações recebidas e, reunindo conjuntos desses dados, reduzindo o seu tamanho para que ocupe menos espaço no storage. É como se a cada nova rotina de compressão, tudo o que está guardado fosse novamente organizado da melhor maneira possível e otimizando o espaço disponível para armazenamento de dados. Essa organização inteligente, em que não se deixa perder ou dificultar o acesso a informações e abre-se espaço para novas entradas, mantém todo o sistema utilizado pela empresa atualizado, rodando com eficiência e agilidade. Isso significa navegação mais fluida para seus funcionários e facilidade para pesquisas, interações e resoluções acuradas. Um processo essencial para a sustentabilidade da empresa e de sua rede.

O problema é que a conclusão da rotina de compressão vinha levando dias, até mesmo uma semana, atrasando o desenvolvimento de projetos para novas instalações (de uma simples casa a um novo complexo industrial), o atendimento dos call centers e prejudicando até mesmo a agilidade e a segurança na atuação dos eletricistas, que precisam ser abastecidos pelas informações do Centro de Operação do Sistema quando atuam no campo, em caso de chamado. Comprometendo, de forma geral, o potencial de sustentabilidade, desenvolvimento e crescimento de qualquer região.

Era preciso aumentar a velocidade dessa rotina de compressão, sem depender, como aconteceu no passado, de um feriado prolongado com dias suficientes pra executar o processo. Era necessário trocar o equipamento que ampara todo o armazenamento e a organização por um com maior capacidade computacional.

Pela posição de liderança como fornecedora de equipamento e infraestrutura para energia, alavancando constantemente sua capacidade e expertise em TI avançada para dar suporte à transformação digital em empresas de serviço de energia interessadas em incorporar soluções e produtos inovadores em áreas de rápidas mudanças, a Hitachi tornou-se a escolhida para esse desafio. Em parceria iniciada em 2015, a tecnologia de alta precisão, a visão inovadora e as consciências social e ambiental dos japoneses estão à disposição dos brasileiros.

"A CPFL investiu muito em uma rede automatizada focada na distribuição de energia. Nós temos de garantir que esses sistemas tenham bom desempenho e que eles fiquem no ar o tempo todo" Márcio Félix, gerente de tecnologia da CPFL Energia