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Hitachi

Hitachi no Brasil

Métodos modernos para armazenamento de dados

O volume crescente de dados criados pelas atividades empresariais, governamentais e, claro, por nossas tarefas do dia a dia é um dos grandes desafios contemporâneos para o universo tecnológico. O armazenamento de dados é uma das grandes fronteiras para a transformação digital e uma realidade cada vez mais dinâmica e conectada.

A qualidade e a quantidade desses dados deu um salto imenso em poucos anos, na medida em que serviços de stream, redes sociais e tecnologias de Business Intelligence se tornavam cada vez mais acessíveis. Atualmente, esses não se tratam meramente de arquivos remotos, mas sim de uma nova modalidade de commodities.

Podemos dizer isso porque a capacidade de manejo, modulação e emprego desses dados é cada vez maior e mais inteligente, de forma que eles podem ser empregados de maneira estratégica para uma série de fins, desde um subsídio para o treino de inteligências artificiais quanto para a atividade cada vez mais otimizada de serviços e produtos.

Também porque hoje em dia o nível avançado da Tecnologia da Informação nos faz ter a sensação de que existe um meio virtualmente infinito para esses dados serem armazenados. Na verdade, nossos horizontes ficam cada dia mais dependentes de métodos de armazenamento de dados. Por isso, vale a pena entender mais a fundo suas diferentes modalidades.

A história do armazenamento de dados

Gigantes da tecnologia como a IBM já trabalhavam no armazenamento de dados para fins de Business Intelligence desde o fim dos anos 50, e o famoso RAMAC 305, com 1,73 de altura foi o primeiro HD da história, composto por 50 discos e precursor dos discos magnéticos que empregamos até os dias atuais.

O armazenamento por fita, via disquetes, fitas VHS e cassete também tiveram seu auge entre os anos 80 e 90, e nas décadas seguintes o armazenamento em discos tomou a dianteira, os HDs magnéticos se tornaram viáveis comercialmente para comporem computadores.

Para armazenamento externo, os discos gravados por tecnologias ópticas garantia durabilidade e boas condições de armazenamento.

Os métodos de armazenamento de dados contemporâneos

Pouco a pouco nossas matrizes de armazenamento têm mudado, o que viabiliza alguns dos serviços dos quais já não podemos viver sem de forma direta ou indireta, como os grandes bancos de dados e servidores, por exemplo.

Hoje em dia os HDs de disco magnético ainda são os principais agentes de armazenamento em nossos computadores, ganhando capacidade e diminuindo em tamanho, mas eles já contam com uma importante concorrência: os armazenamento eletrônico.

Armazenamento eletrônico

Os SSDs são importantes exemplos de tecnologias que tem ganhado protagonismo: são muito ágeis, além de seguros. O que oferece muita dinâmica no processamento de arquivos grandes, como vídeos. Justamente por isso sua versão micro, os Micro SDs, são tão populares em câmeras e celulares.

Armazenamento em nuvem

Cada dia mais os termos relacionados à computação em nuvem se tornam parte do nosso cotidiano, mas afinal, o que isso significa de verdade?

Base das novas estratégias de vida inteligente nos negócios, a computação em nuvem é um conceito complexo, que envolve o armazenamento e a operação remota sobre diferentes plataformas. Basta imaginar como hoje é fácil assistir a filmes, usar editores de arquivos e armazenar praticamente qualquer coisa de maneira remota e poder acessá-los com facilidade.

Mas a nuvem não se trata de um ambiente mágico onde tudo fica guardado. Cada pequeno byte que existe na rede ocupa um espaço físico. E no caso de servidores para serviços em nuvem, é possível imaginar verdadeiras usinas de armazenamento, com diversos discos funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Servidores precisam de resfriamento, expansão física, consomem energia elétrica e precisam de manutenção.

Por isso cada vez mais áreas do TI desenvolvem maneiras de fragmentar e otimizar cada espaço, criando métodos escaláveis e otimizados de dados, o que tem apontado muitos êxitos, mas ainda reserva muitos desafios.

Podemos dizer que o armazenamento de nuvem e o chamado Big Data são as principais fronteiras para uma nova relação com dados. Isso porque elaboramos meios cada vez mais inteligentes e seletivos de tratamento de dados, para que o consumo de energia diminua sem que para isso haja um impacto sobre a qualidade dos dados.

O futuro do armazenamento de dados

Podemos dizer que, no médio prazo, enfrentaremos uma corrida por soluções de armazenamento, isso porque o consumo dos servidores pode entrar na mira de políticas de sustentabilidade.

Junto da demanda por essas novas soluções, poderemos ver uma maior restrição de dados em e-mails e outros serviços. Uma discussão importante sobre cobrança de serviços que envolvam esse armazenamento ao mesmo tempo que a velocidade e efetividade desses serviços aumenta cada vez mais.

Com menos redundância e duplicidade, a experiência também será mais dinâmica, mas teremos de nos tornar mais responsáveis com nossos dados.

A Hitachi é uma empresa presente em uma série de setores de infraestrutura na construção de um futuro cada vez mais dinâmico. Confira nossos princípios e tecnologias!