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Hitachi

Hitachi no Brasil

Seria a bioeconomia a ciência do futuro? Entenda o conceito

Quanto mais se pensa em arquitetar um futuro viável à sobrevivência humana, os recursos biológicos são cada vez mais considerados. Tanto para preservação como para otimização de soluções à produção industrial por meio de insumos biológicos para garantir maior sustentabilidade.

Você já ouviu falar em bioeconomia? Muitas pessoas ainda não têm certeza de como esse modelo de produção sustentável pode ser – e vem sido – utilizado pelo Brasil.

Pensando nisso, a Hitachi quer te mostrar um pouco mais sobre o potencial dessa ciência tecnológica que visa resguardar, hoje, o futuro. Vamos conosco?

Entendendo o que, de fato, é a bioeconomia

Em um passo atrás do outro, queremos primeiro que você entenda que os esforços para preservar a vida humana em conjunto com os recursos biológicos não é tarefa simples e tampouco fácil, porém é necessário garantir não só a sobrevivência humana mas também aos meios de produção como um todo.

Dito isto, a bioeconomia nada mais é do que uma ciência que estuda os diversos recursos naturais e sistemas biológicos de determinada localidade e a possibilidade de aliá-los ao uso de tecnologias não prejudiciais para criar produtos e serviços de maneira sustentável.

Ainda não ficou claro? Vamos então a uma explicação sucinta: a bioeconomia oferece, através de estudos e uso de tecnologia de ponta, novas soluções sustentáveis e viáveis tanto ao progresso econômico como ao meio ambiente em que vivemos.

O Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), que é um dos maiores bancos de desenvolvimento de país, e quem gerencia os financiamentos de longo prazo e demais investimentos da economia brasileira, define a bioeoconomia como "o conjunto de atividades relacionadas à produção, ao uso e à transformação de biorecursos, de forma sustentável, para atender às necessidades de alimentos, materiais e de eficiência energética para a sociedade".

Trata-se, portanto, de uma via de mão dupla. Esse novo modelo de produção é focado na substituição de fontes esgotáveis, não renováveis e altamente prejudicais ao meio ambiente para criação de produtos verdes pelo uso de fontes do próprio ecossistema, mas sem gerar sua destruição.

Entendendo o que e quais são os produtos verdes

Apenas a nomenclatura é diferente, mas os produtos verdes são os chamados produtos sustentáveis advindos de substâncias atóxicas, livres de materiais pesados e passível de descarte sem prejuízo ao meio ambiente.

A embalagem biodegradável, os tecidos recicláveis, a energia limpa gerada a partir de fontes naturais, renováveis e não prejudiciais à vida humana e tampouco à natureza. O famigerado Eco friendly, que você já deve ter ouvido falar.

Basicamente, a cadeia produtiva desses bens finais (seja a energia ou o caderno que você faz suas anotações) assume um compromisso de respeito ao meio ambiente, situação que se replica também no descarte.

A abordagem vai muito além da preservação ecológica, visando sobretudo a implantação de meios de produção eficientes com menor desperdício das fontes de energia.

A geração de energia, por exemplo, tem pressupostos muito focados na bioecomomia, mesmo que a utilização de fontes não renováveis e poluentes ainda sejam utilizadas. É um futuro tecnológico e sustentável sendo implantado aos poucos desde o presente.

Afinal, como a bioeconomia funciona?

É cristalino que o desenvolvimento sustentável está em voga e isso se dá não só porque a natureza tem muito a oferecer – como sempre teve –, mas sim porque maior conhecimento humano (e consciência humana) agora paira sobre a necessidade de criar sistemas que causem menor impacto ambiental e que ao mesmo tempo sejam interessantes para o futuro altamente tecnológico que nos espera.

Não se trata só do consumo consciente, mas também (e principalmente!) da produção industrial: construir e implantar uma economia com base na utilização de recursos biológicos, recicláveis e renováveis.

Por que investir em soluções bioeconômicas?

O desenvolvimento sustentável é uma urgência, de modo que a sustentabilidade é um parâmetro para destacar ou desbancar a atuação de empresas. As boas práticas negociais são diretamente afetadas por essa metodologia, de modo que ganhos econômicos podem e serão minimizados para empresas que não se dedicam ao cuidado ao meio ambiente no que diz respeito à produção de suas mercadorias. Isso, inclusive, deve ser considerado no Business Intelligence das empresas em geral.

Brasil e bioeconomia: essa estratégia é viável em nosso país?

A metodologia bioeconômica não só é viável, como necessária sua aplicação continuada em todos os ramos da indústria no país. Ademais, mesmo que apenas recentemente as atuações voltadas a sustentabilidade estejam sendo televisionadas e cobradas pela população em geral, o Brasil já faz uso desse conhecimento desde a década de 1970, quando enfrentou de forma maestra a crise mundial do petróleo e se destacou como exportador mundial de etanol.

Aliás, o etanol advém da natureza, como você bem sabe. Sua matéria-prima limpa é a beterraba, o milho e a cana de açúcar. O bioma da maioria das regiões do Brasil é favorável a estas plantações.

O Brasil, diferente do que o senso comum possa considerar, é pioneiro na aplicação da metodologia sustentável, mas infelizmente ainda não somos os melhores nisso. Gradativamente é possível chegar lá, mas como?

Soluções integradas à bioeconomia

Aplicando os conhecimentos voltados à Vida Inteligente, torna-se possível aplicar a bioeconomia à maioria dos meios de produção, afinal, projetar cidades inteligentes, bem como contribuir para o fornecimento estável de energia aos clientes e viabilizar uma sociedade com baixa emissão de carbono é um dos objetivos de inovação social da Hitachi.

Abaixo, elencamos alguns pontos que podem nos levar até lá:

Acreditamos que resta claro o papel da bioeconomia atrelada à biotecnologia como tendência extremamente positiva para o campos dos negócios e desenvolvimento humano, não é mesmo? Um mundo mais sustentável com uma sociedade mais consciente é o que nos aguarda no futuro, e a Hitachi apoia esta metodologia focada no binômio desenvolvimento econômico e manutenção de recursos naturais.

Leia a seguir: Pegada de carbono: o que é? Por que é importante?